Existem apenas duas classes sociais, as do que não comem e as do que não dormem com medo da revolução dos que não comem. 

   Essa celebre frase de Milton Santos ganha ainda mais força nos dias pandêmicos de hoje.

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 É que dentre tantos fatores que nos levam a essa constatação destacamos o crescimento de 34 bilhões de dólares na fortuna dos 42 super ricos brasileiros.  

   Enquanto o povo se aglomera em becos e vielas dependentes de doações, bem feitorias e auxilio do poder púbico, os ricos aumentam ainda mais as suas fortunas. 

   Segundo estudo da ONG OXFAN em pesquisa realizada de 18 de março a 18 de julho de 2020, o patrimônio dos 42 milionários brasileiros aumentou cerca de 176 bilhões de reais durante a pandemia 

   No momento em que a sociedade brasileira é acometida pela pandemia da covid-19 os mais ricos se tornam ainda mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. A afortunada “sorte” de apenas 42 pessoas, muito das vezes em detrimento de toda a sociedade evidencia ainda mais a desigualdade social em nosso país. Fatos que podem ser observados com maior evidência nas capitais, mas também visto nas cidades interioranas. 

   Aqueles que defendem o capitalismo sobre o socialismo dirão: eles estão trabalhando para construir as suas fortunas. No entanto deve-se perguntar também; aqueles que não herdaram terras, empresas, não dispuseram de oportunidade de escolas e universidades, aqueles que tiveram suas infâncias e adolescencias roubadas pelo trabalho para auxiliar no sustento da família, não são pessoas trabalhadoras?  

   Não são trabalhadores os quase 17 milhões de desempregados autônomos e desalentados que estão em dificuldades nesse país? País forjado na mão de obra escrava, na desigualdade e em privilégios para poucos. Se faz necessário e urgente observar onde estamos Para onde vamos e os caminhos a serem percorridos. 

   É evidente que se não houver planejamento políticas públicas de inclusão, representatividade e justiça  caminharemos para o dia em que não haverá mais classes sociais apenas revolução. 

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O geógrafo Milton Santos nasceu em Brotas de Macaúbas, no interior da Bahia, mesmo não tendo a oportunidade que deveria ter no Brasil. 

   Mesmo não tendo a oportunidade que deveria ter no Brasil. O professor doutor Milton Santos é autor de livros, que surpreenderam o mundo, pela originalidade e audácia. Foi o único brasileiro e receber um “prêmio Nobel”, o Vautrin Lud, que é como um Nobel de Geografia. 

   Milton Santos foi o mais importante geógrafo brasileiro que. Escreveu 40 livros, mais de 300 trabalhos científicos, deu aulas em universidades europeias, norte-americanas, latino-americanas e africanas, e recebeu o título de doutor honoris causa em mais de 20 universidades pelo mundo. 

https://observatorio3setor.org.br/noticias/o-brasileiro-perseguido-pela-ditadura-que-ganhou-o-nobel-da-geografia/ 

Vinte de novembro, dia da Consciência Negra
Tribunal superior eleitoral (TSE) decide cota de tempo de propaganda e verbas para candidaturas de negros e negras.
  Existem apenas duas classes sociais, as do que não comem e as do que não dormem com medo da revolução dos que não comem. 
Negros e negras compõem 47,6% das candidaturas, No entanto apenas 27,9% são eleitos.
FUNDEB-fundo de manutenção e desenvolvimento da educação básica e o avanço permanente na educação brasileira.
Números da violência, medo e insegurança crescem em Resende.
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